quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

VOC/EU


São pequenos momentos que nos fazem sentir leve como nuvens de algodão, vagueando ao sabor de uma liberdade e conforto que poucas vezes conseguimos sentir। São esses pequenos momentos, que são tão banais na nossa vida, mas que a enchem de cor, que nos mostram a linha tênue que existe entre a felicidade e a simples existência। Por vezes pergunto-me como podemos manter uma cegueira permanente perante tais momentos, esquecendo a sua importância e o quão eles nós tornam as pessoas que somos.
São momentos especiais, como o sentir a tua respiração tranqüilizar em meu peito, o teu rosto tornar-se suave e o teu corpo simplesmente ceder ao cansaço que me fazem entender que possuo uma riqueza impagável, a de ter alguém que confia em mim ao ponto de me deixar ver a face de anjo que todos mostramos quando estamos a dormir। É em momentos como esse, em que o tempo para e o mundo conspira para que o teu sono seja calmo e sereno, que entendo que a minha felicidade consiste em te ter na minha vida.
Aquele momento que o inconsciente toma conta do nosso mundo, é tão especial, que poucos são aqueles que o partilham conosco, e ontem eu fui a alma que te viu nesse momento especial, que tranqüilizou o teu rosto, que te aninhou no peito e que te sussurrou as mais doces palavras que a alma poderia gritar, e mesmo sabendo que a consciência a muito deixou de me ouvir, mas que o coração guarda em sonhos aquilo que ouve eu deixei que o meu coração falasse com o teu.
Hoje sou rica, e hoje é a minha alma que se tornou uma pena ao vento, leve e feliz, por saber que a minha vida tem momentos tão especiais, como simplesmente te ver adormecer.

6 comentários:

Cristiane disse...

Fazer amor requer arte inconsciente,
transcende o feio e o bonito.
requer a alma despida
e ignorar todos os conceitos
formais da humanidade
e se entregar como quem se doa a si mesmo
não tem vínculo algum
com o lado físico dos seres
Fazer amor é uma divindade.
divindade que advém do mais nobre dom da vida :
a própria vida.
Fazer amor é enlouquecer a anatomia.
não importa a forma.
o que importa é não importar com coisa nenhuma.
Fazer amor é fazer de inconcebíveis palavrões
um lindo poema.
Fazer amor é fazer do corpo
um banquete de sonhos
e fazer da alma o berço do gozo...
Cris, incrível a tua descrição de fazer amor.
Impressionante.
bjs do teu doce coração.

anônimo disse...

Professora, Acho que passou dos limites, falar de um momento intimo, aqui nesta página é ridículo. É isso que ensina para os alunos?

Edu disse...

Rendo-me! Divino, linda a tua crônica.
Não dê ouvidos para os anônimos, pessoas mesquinhas e com certeza mal amadas.
Teu post foi divino, você é divina no que escreve, tem bom senso.
Felicidades

anônimo disse...

Cris,Lindooo o que escreveu. O Otelvio deve estar radiante.
Não dê ouvidos para as pessoas mesquinhas, pois sei que você mostra(ensine, prega) aos alunos os valores essenciais a serem resgatados, tais como dignidade, honra, amor, respeito, religiosidade, sinceridade, fidelidade, justiça, caráter, força, firmeza, educação, respeito aos pais e a tudo que eles nos ensinam, com tanto amor, honestidade e muitos outros que são inerentes a estes citados. Obrigada, o mundo precisa tanto resgatar tudo isso para que todos sejam felizes! Continue assim, Cris. Deus estará sempre com você! FELICIDADES HOJE E SEMPRE!
bjs
Sany Chi

anônimo disse...

oiiiiii minha florzinha!!!! como está??? já estou morrendo de saudades da senhora. Qndo vai fikr prontas as fotos minha(no CD) ??????? quero muito aquelas fotos de todos nós... bjãoooooooooo. TE ADORO MUITO!!!!
Andrieli

Taquinho disse...

Oi, Cristiane.
O poema "Fazer Amor" é realmente muito bonito. Penso que ficaria mais bonito ainda, se lhe fossem dados os créditos merecidos, ou seja, que fosse informado o verdadeiro autor da obra. Este poema é de autoria deste que lhe posta este comentário: José Eustáquio da Silva.
Quero acreditar que você não escreveu o autor do poema, pois deve tê-lo encontrado na Internet, e o site origem, infelizmente, também não explicitava o autor da obra.
É chato dizer, mas... pirataria não combina com poesia.
Abraços.